Sobre PLPEX
No Relatório das Linhas de Acção Governativa para o ano económico de 2015, o Governo da RAEM salientou que, baseado na recolha de opiniões dos sectores da sociedade, apresentou oficialmente ao Governo Central, o documento do “Décimo terceiro plano quinquenal” do País, Capítulo de Macau. Com a elaboração e a implementação do programa, será acelerada a construção de Macau como um Centro Mundial de Turismo e Lazer e uma plataforma de serviços para a cooperação económica e comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa, concretizada o desenvolvimento da diversificação adequada da economia, aumentada a competitividade geral e promovida a optimização contínua das condições de vida da população.
Desde a primeira edição da Feira Internacional de Macau (MIF), que teve lugar em 1996, o Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM) tem-se empenhado em convidar os Países de Língua Portuguesa para participar neste evento. Em resposta ao convite, os Países Lusófonos têm atribuído grande apoio e o número de empresas lusófonas participantes tem vindo a aumentar ano a ano. Na 19.ª edição da MIF em 2014, foi instalada, pela primeira vez, a zona vocacionada para a exposição de produtos e serviços dos Países de Língua Portuguesa, e lançado um conjunto de iniciativas relativas; na 20.ª MIF em 2015, foi levada a cabo a Exposição de Produtos e Serviços dos Países de Língua Portuguesa, tratando-se da primeira iniciativa de uma exposição a ser realizada dentro de outra exposição. Com base neste modelo em prática nos últimos dois anos, a Exposição de Produtos e Serviços dos Países de Língua Portuguesa (Macau) 2017 (ou 2017 PLPEX) foi realizada como evento independente. Este ano o 2019 PLPEX será realizado entre 17 e 19 de Outubro, em simultâneo com a 24.ª MIF.
Centro de Informações> Sobre PLPEX Contando com o apoio do Estado e aproveitando as suas vantagens singulares, Macau tem-se dedicado à construção da “Plataforma de Serviços para a Cooperação entre a China e os Países de Língua Portuguesa” e dos “três centros”, a saber: o “Centro de Serviços Comerciais para as Pequenas e Médias Empresas da China e dos Países de Língua Portuguesa”, o “Centro de Distribuição dos Produtos Alimentares dos Países de Língua Portuguesa” e o “Centro de Convenções e Exposições para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa”, no sentido de consolidar o seu papel enquanto plataforma de cooperação entre o Continente Chinês e os Países Lusófonos, promovendo a diversificação adequada da economia local. Desde a primeira edição da Feira Internacional de Macau (MIF), que teve lugar em 1996, o Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM) tem-se empenhado em convidar os Países de Língua Portuguesa para participar neste evento. Em resposta ao convite, os Países Lusófonos têm atribuído grande apoio e o número de empresas lusófonas participantes tem vindo a aumentar ano a ano. Na 19.ª edição da MIF em 2014, foi instalada, pela primeira vez, a zona vocacionada para a exposição de produtos e serviços dos Países de Língua Portuguesa, e lançado um conjunto de iniciativas relativas; na 20.ª MIF em 2015, foi levada a cabo a Exposição de Produtos e Serviços dos Países de Língua Portuguesa, tratando-se da primeira iniciativa de uma exposição a ser realizada dentro de outra exposição. Com base neste modelo em prática nos últimos dois anos, a Exposição de Produtos e Serviços dos Países de Língua Portuguesa (Macau) 2017 (ou 2017 PLPEX) foi realizada como evento independente. Este ano o 2019 PLPEX será realizado entre 17 e 19 de Outubro, em simultâneo com a 24.ª MIF. Om o objectivo de reforçar a função de Macau enquanto plataforma económica e comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa, a edição deste ano da Exposição de Produtos e Serviços dos Países de Língua Portuguesa dará continuidade à política de disponibilização de apoios especiais para delegações e expositores dos Países de Língua Portuguesa, nomeadamente ligados à indústria alimentar ou outros sectores, para participação nesta Exposição. Deste modo, pretende-se permitir que mais empresas façam uso de Macau como uma plataforma para a exploração de oportunidades de negócio. Esta política irá contribuir para o aprofundamento do papel de Macau enquanto plataforma de apoio aos investidores do exterior, bem como para o estabelecimento de novas vias de cooperação para os investidores de Macau interessados em explorar oportunidades no mercado internacional.